União Europeia

euflagOrganização de estados mais ou menos independentes com órgãos próprios, incluindo a Comissão Europeia (uma espécie de governo), o Banco Central Europeu (uma espécie de banco) e o Parlamento Europeu (uma espécie de tertúlia com cerca de 700 membros onde se discutem assuntos que vão da cultura às pescas, da imigração à política internacional, da indústria ao decote daquela deputada sueca muito gira que dizem que anda metida com um certo e determinado comissário que agora não vem ao caso referir). O actual presidente da Comissão Europeia é o português José Manuel Durão Barroso (também conhecido como José Manuel Barroso, Josuel Durroso ou “cara de avestruz com prisão de ventre”).

Fundada em 1948 como confraria de apreciadores de presunto trasmontano, passou a designar-se “Comunidade Europeia do Carvão e do Aço” (CECA) em 1951 porque o nome dava uma sigla gira em português e depois da rejeição de “Confederação Autónoma do Carvão e do Aço” (CACA) e de “Países Associados para a Transacção de Aço, Carvão e Origamis” (PATACO) porque ninguém os ia levar a sério. Em 1957, uma nova mudança de nome instituiu a CEE (Comunidade Económica Europeia) e, desde então, a organização tem seguido uma política de expansão, indo dos cinco membros originais à quase totalidade da Europa Ocidental. Em 1986, a Comunidade começou a atribuir subsídios, período que, por coincidência, coincidiu com a adesão de Portugal. Nos anos que se seguiram, o número de veículos de todo-o-terreno, piscinas e apartamentos de férias aumentou de forma vertiginosa no nosso país.

O último alargamento, em 2004, viu a União acolher vários países da Europa de Leste e esperam-se mais adesões em breve. A intenção parece ser unificar todo o continente a médio/longo prazo com a excepção da Albânia porque toda a gente sabe que os albaneses não são de fiar e têm hábitos de higiene mais duvidosos que os dos lituanos, povo gorduroso por excelência.

Em 2002, entrou em circulação o Euro, unidade monetária comum a doze dos quinze estados-membros de então, permitindo aos portugueses serem pobres em vários mercados diferentes sem necessidade de consultar as taxas de câmbio. Apenas o Reino Unido, a Suécia e a Dinamarca não aderiram à moeda única porque têm a mania da superioridade e porque o nariz da rainha Isabel II não cabe na face de nenhuma das moedas, havendo necessidade de cada moeda do Euro britânico trazer um anexo para acomodar a real penca.

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