10 coisas odiáveis nos timorenses

Timorese in costume1-No ranking mundial dos países com maior número de beatos, ratos de sacristia, catequistas e demais pandilha fundamentalista cristã, Timor-Leste ocupa o segundo lugar, logo atrás das Filipinas. O Vaticano é terceiro.

2-Apesar de as autoridades nacionais insistirem que o português é língua oficial, para a maioria da população, o vocabulário português limita-se a “VIVÁ XANÁNÁ” e “VIVÁ TIMORE.”

3-Depois de anos de resistência à ocupação indonésia, os timorenses empenharam-se em garantir a soberania do novo país em relação aos vizinhos poderosos. Para tal, não perderam tempo em ficar inteiramente dependentes da Austrália em termos económicos, sociais e políticos. Bravo!

4-Timor serviu de inspiração para “Ai Timor” de Luís Represas e “Maubere” de Rui Veloso, duas das composições musicais mais odiosas na história da música portuguesa.

5-Durante décadas, Portugal esteve-se nas tintas para Timor (dando seguimento a séculos de exploração colonial baseada no modelo “aquilo é tão longe e não dá proveito nenhum, deixem-nos lá estar sossegados”). Depois, bastou um massacre com captação de imagens para, num repente, os portugueses se tornarem todos acérrimos defensores da causa timorense. Ou seja, Timor serviu de justificação para sublinhar a hipocrisia de um país. E isso não está certo.

6-Ali Alatas, Suharto, Xanana, Megawathi Sukarnoputri, Taur Matan Ruak, Mari Alkatiri, Carrascalão. Timor obrigou-nos a ouvir, decorar e pronunciar uma miríade de nomes esquisitos. E nada impedia esta gente de se chamar João, Rita ou Alberto.

7-Durante passeio por um qualquer povoado timorense, o nome Guterres será mais vezes ouvido do que numa conversa entre António Vitorino e Jorge Coelho sobre os “bons velhos tempos.”

8-Os timorenses honram os convidados ilustres com a oferta de cachecóis foleiros tecidos à mão. Obrigadinho, hã?

9-A palavra “tocar” em língua tétum é “kona.” Não pensem que lá por trocarem o C pelo K, não se percebe a intenção brejeira. Ordinários d’um raio!

10-Aquando da invasão indonésia, quando os portugueses se preparavam para ir ao Rossio comprar tabaco e voltar dali a bocadinho, os timorenses estavam muito ocupados a matar-se uns aos outros. Quando, pela primeira vez se voltou a falar em independência, décadas depois, a primeira coisa que fizeram foi voltar a matar-se uns aos outros. E agora, ao quarto ano de independência, não foi preciso muito para voltarem ao mesmo. O mais impressionante de tudo é que continuam a ter a reputação de povo angelical, incapaz de qualquer mal ou violência (que são sempre impostos do exterior), mesmo que a história o desminta.

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