China sai da lista dos piores violadores dos direitos humanos e entra na lista dos melhores

Os Estados Unidos retiraram a China da sua lista de piores violadores dos direitos humanos e transferiram o colosso asiático para uma lista alternativa dos melhores violadores dos direitos humanos a nível mundial. De acordo com a secretária de Estado Condoleezza Rice, “os novos critérios procuram ser mais abrangentes, avaliando as violações não apenas em termos quantitativos, mas também em termos qualitativos.” E é neste campo que a China se destaca. O regime chinês continua a ser sinistro, não existem no país liberdades básicas, os cidadãos são oprimidos e explorados em nome do progresso económico e da manutenção de uma elite política arcaica e a anexação ilegal do Tibete prossegue, mas os chineses sabem imprimir à tirania um estilo muito próprio, que consegue ser apelativo e cativante. Como exemplo, refira-se que as vítimas de execuções em massa em território chinês vestem uniformes coloridos, permitindo a construção de bonitos padrões vistos do ar quando os cadáveres tombam uns sobre os outros como peças de dominó. Também na recente repressão violenta dos manifestantes independentistas tibetanos foi feito um esforço consciente para aplicar bastonadas e rajadas de metralhadora ao som dos grandes clássicos da música erudita. Em segundo lugar na lista, está a Arábia Saudita, mas com possibilidades de subida se o apedrejamento de mulheres adúlteras começar a ser feito com objectos de design.

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