Militares em desespero ameaçam soltar bufas concertadas

Há muito tempo que o espectro de um levantamento militar não pairava sobre o país. Esse período de tranquilidade termina agora com rumores de que o descontentamento nas forças armadas poderá levar os militares a fazer “alguma coisa” que ponha em risco a democracia. No entanto, o major Albano Diarreia da Costa, antigo oficial de comandos e especialista em estratégia e técnicas avançadas de depilação, considera o desespero real, mas descarta a possibilidade de um golpe de estado. “O perigo que o país corre é muito maior”, afirma. “Derrubar o governo não é nada perante a ofensiva fedorenta a que poderemos recorrer em último caso.” O major refere-se à possibilidade de militares de todas as patentes começarem a harmonizar a sua flatulência, empestando o país de tal forma que os governantes serão forçados a ceder aos seus pedidos. No entender do capitão-de-fragata Lucas Rinoceronte Medeiros, as exigências dos militares são perfeitamente justificáveis, mesmo em época de crise generalizada. “É verdade que a maior parte dos portugueses vive mal, mas os militares têm direito a viver melhor do que os seus concidadãos porque… Dê-me uns dias para pensar e volte a perguntar-me”, concluiu, após quarenta minutos de silêncio. O homem que motivou esta percepção súbita do risco que corre a democracia não considera irresponsável sugerir do nada que as forças armadas portuguesas poderão sublevar-se por questões relacionadas com salários, orçamentos e sistemas de saúde. Ao invés, o general Loureiro dos Santos promete continuar a alertar a sociedade para perigos que lhe escapem, como fará em conferência próxima subordinada ao tema: “Lobisomens pedófilos de inspiração islâmica – Uma ameaça esquecida?”

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Um comentário

  1. Bem isso realmente irá abalar o planeta :D

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