A gripe: maldição ou benesse?

cantinflas1O problema da gripe suína reveste-se de profunda gravidade por duas ordens de razões. Por um lado, porque as razões andam sempre aos pares (isso é sabido) e, por outro, porque a pandemia de que falam não será tão grave como se diz.
O que me capacita a dizê-lo? Serei eu médico? Claro que sim. Apesar de nunca ter frequentado um curso de Medicina e de não ter da ciência médica mais do que noções vagas na óptica do utilizador. Vamos por partes para esclarecermos o assunto de uma vez só, deixando para trás apenas uma ou outra questão de resposta impossível ou bastante difícil.
Onde começou a gripe? No México. E que sabemos nós do México? Que é um grande país da América Central ou da América do Norte, dependendo da corrente de opinião geográfica que se seguir. Pessoalmente, acredito que o México se situa na Europa, algures entre a Suíça e o Montenegro, mas isso não bastará para afirmar que os mexicanos são, na sua maioria, gente porca, que apenas lava as mãos antes de contactar com imundície e não depois. Ou talvez baste. Por outro lado, os elevados padrões de higiene dos mexicanos são já referidos em tratados de cosmética dos antigos aztecas, o que vem provar um dos pontos anteriormente expostos, não me cabendo afirmar qual deles porque, no fundo, não é esse o meu papel aqui, mesmo que seja precisamente essa a minha função.
Estará Portugal preparado para lidar com uma pandemia de maior e menor escala com resultados que poderão ser graves ou não? Pela manhã, costumo pensar que sim. Mas, depois do almoço, mudo de opinião. Sobretudo se ingerir leguminosas. Fala-se em stocks de medicamentos antivirais e em máscaras que reduzam os riscos de contágio e eu pergunto: Que horas são? A sério. Que horas são? Esqueci-me do relógio em casa e estou atrasado para um evento onde a minha presença será fundamental e facultativa em partes iguais.
Deixo a questão no ar para motivar discussões mais aprofundadas.

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3 Comentários

  1. Cátia Soraia diz:

    O Mário era Moreno mas não era por não se lavar.
    Herdou genes e nome e hábitos de higiene dos pais.
    E umas calças que que naquele tempo era bregas mas agora estão na moda na cultura dred.
    Drevista-se!

    • R. Carreira diz:

      E o bigode também tem muito que se lhe diga.

      • Cátia Soraia diz:

        O do Cantinflas ou todos?
        O bigode é o modo de o homem mostrar a sua macheza.
        Diz lá do alto: sou um caractér sexual secundário deste meu dono alpha.
        E o dono passa-lhe a mão. Eheh!
        Passar noutro lado era socialmente incorrecto, né?

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