H1N1: É possível ter qualidade de vida com a doença que destruirá a humanidade

Muitos pensarão que a Inépcia não se preocupa com a disseminação do vírus H1N1 porque, de vez em quando, se refere por aqui que a doença não é mais grave do que outras que não geram igual discussão e que o clima de ansiedade pré-pandemia agora vivido resulta da avidez compreensível da comunicação social, num país onde raramente acontece algo verdadeiramente digno de ser noticiado. Era a brincar. Claro que a gripe A é uma ameaça séria à saúde pública e à sobrevivência da civilização. Para mostrar empenho na sensibilização, publicam-se aqui dois cartazes pendurados um pouco por todo o lado e sendo tão comuns que poucos se darão ao trabalho de os ler. Pensa que são apenas recomendações de procedimentos óbvios para evitar contágios, decalcados das regras básicas de higiene que aprendemos nos primeiros anos da nossa formação? Não podia estar mais enganado. O seu meritório objectivo não é outro senão ajudar-nos a tirar o máximo proveito dos poucos dias que nos restam, com criatividade e rigor. Louvados sejam os promotores da iniciativa.

h1n1

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4 Comentários

  1. Atenção, pode haver outras partes do corpo que fiquem com ciúmes daquela intimidade entre as mãos. As consequências podem ser desde a extrema flacidez até à completa secura.

    • Por isso é que estão com tanta saída aqueles produtos desinfectantes para as mãos…
      Aceleram os 11 passos.

      E as mãos deixam de ter o monopólio da união do lótus desvairado.

  2. Cátia Soraia diz:

    Faltou uma:
    Beijem os porcos.

  3. “O cliente Vodafone para o qual ligou não se encontra disponível.”

    :(

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