Celibato de sacerdotes católicos substituído por promiscuidade compulsiva

Pela primeira vez desde a divulgação do terceiro segredo de Fátima (mas sem a sensação de “é só isto?” que então se verificou), a Igreja Católica surpreendeu o mundo. Desta vez, fê-lo com a abolição da polémica obrigatoriedade de celibato dos seus sacerdotes e, de forma ainda mais surpreendente, substituindo-a por uma obrigação de convívio promíscuo e espalhafatoso com mulheres. De acordo com fontes próximas da Santa Sé, Bento XVI pretenderá com esta medida arrojada anular o paralelismo por muitos estabelecido entre celibato sacerdotal e os casos de abuso sexual de menores por padres católicos. A determinação terá efeitos retroactivos e todos os sacerdotes ordenados passam a estar obrigados a procurar parceiras conjugais incluindo o Sumo Pontífice, que, segundo apurou a inÉpcia, pretenderá dar o exemplo e terá já encomendado duas matronas de seios volumosos à sua Baviera natal.

Anulada a imposição do celibato determinada pelo Primeiro Concílio de Latrão (o mesmo que determinou que todos os padres portugueses deverão expressar-se com uma vaga pronúncia beirã, independentemente da sua proveniência) e posteriormente reforçada por concílios seguintes, os católicos deverão agora habituar-se a algumas mudanças significativas. Em primeiro lugar, além de os sacerdotes ficarem obrigados a conhecer em sentido bíblico grande número de mulheres e a amarem a próxima de formas não referidas nos Evangelhos, passarão a ser auxiliados na celebração da Eucaristia apenas por acólitas viçosas envergando trajes reveladores, devendo manter-se a prática de folguedos de sacristia e mudando apenas a idade e o sexo dos parceiros.

Além disso, para acentuar esta nova masculinidade exacerbada, os paramentos incluirão colarinho aberto até meio do peito para expor a pelagem peitoral, se existir, ou, em alternativa,  grossos cordões de ouro de onde penderão crucifixos, dentes de javali convertidos em peça de joalharia ou medalhões comemorativos da passagem pelos Comandos. Sobre o peito, deverá existir ainda um alfinete com o símbolo do clube de futebol da preferência do sacerdote (que não poderá ser o Casa Pia Atlético Clube nem o Grupo Desportivo “Os Pederastas” de Pontével).

O secretário de estado do Vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone, responsável pelo agravar da polémica ao reconhecer a existência de uma relação entre pedofilia e homossexualidade, convocou uma conferência de imprensa, na qual se apresentou com duas mulatas no colo, para manifestar o seu total acordo com este novo rumo da Igreja. Sem negar o que antes disse, aproveitou para explicar que a conclusão bombástica antes referida resultou da reflexão de uma congregação de freiras em clausura e com voto de estupidez, após  conversa demorada com os rechonchudos querubins celestiais que esvoaçam todas as noites sobre a grande cama de água onde dormem em conjunto, num aglomerado confuso de carne e terços.

Tags:

8 Comentários

  1. Eu tenho é um fetiche com freiras ninfomaniacas

  2. Muito bom!!!

    Acho que de todas as declarações que se ouviram, a pior foi a de um padreco português que disse que “Há casos a mais de pedofilia na Igreja.”(isto quer dizer que, se for um ou outro pode ser, mas muitos não?!?!).

    Mas a implementação de promiscuidade compulsiva poderá trazer problemas já que eles são contra o uso de preservativo (o que vale é que como agora eles não são homossexuais já não têm problemas com HIVs e afins…) e contra o aborto!!!

    O pior serão os éons de horas de terapia para curar a homossexualidade…

    BIG FUCKING DEAL!!!

    FUPAMP – O comprimido vermelho!

  3. Acho que alguns nem esperaram pela divulgação desta notícia…

  4. Amen(doa) diz:

    D. José Saraiva Martins já prometeu interceder junto da Santa Sé pela canonização do padre de Trancoso.

  5. Dona Mariazinha do Brasil diz:

    Brilhante como sempre.

Comentar

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *