10 coisas odiáveis nos alemães

1 – O primeiro-ministro alemão chama-se “chanceler”. Até lhe podiam chamar “suprema luminosidade do cosmos” desde que não  impusessem a parvoíce aos outros.

2 – Na língua alemã, seria possível unir todas as palavras desta frase numa única palavra, formando assim um monstro de Frankenstein cujo único propósito seria horrorizar pessoas incautas.

3 – Outra particularidade do idioma alemão é o facto de os verbos virem sempre no fim. Uma linha muito ténue separa o suspense jovial da mete-nojice extrema.

4 – Existem 370 marcas de cerveja  na Alemanha. 294 sabem exactamente ao mesmo. 7 são urina gaseificada.

5 – Durante mais de quarenta anos, existiram duas Alemanhas. Foi uma tentativa para distribuir por duas entidades diferentes os motivos de ódio ao país, tornando-o mais simpático. Não funcionou.

6 – Num convívio hipotético de líderes europeus e respectivas famílias, será possível encontrar numa pesquisa breve na internet fotografias em pelota de duas das individualidades presentes. A primeira será Carla Bruni, esposa do presidente francês. A segunda será Angela Merkel. Depois lava-se a vista com água e sabão abundantes.

7 – David Hasselhoff é popular na Alemanha. Como cantor. Pois…

8 – “Sauerkraut” não significa “repolho podre”. Mas devia.

9 – Na Alemanha, a CDU é um partido de direita. Porquê? Era necessário? Não era.

10 – Entre 1939 e 1945, perderam-se mais de oito milhões de vidas alemãs entre baixas militares e civis da Segunda Guerra Mundial. Os alemães que, pouco depois, viriam a ser pais dos futuros fundadores dos Scorpions sobreviveram.

4 Comentários

  1. Porquê que as fêmeas dos alemães não são alemoas?

  2. Bruno Acad diz:

    11 – Os primeiros colonos alemães chegaram ao Brasil ainda no século 19, com a missão única de povoar as terras sem gente e esquecer o idioma alemão. Alguns anos depois, Getúlio Vargas tomou o poder, e viu que a segunda etapa da missão não houvera sido adequadamente cumprida, de modo que ele resolveu tomar medidas drásticas: arrombar casas para confiscar livros em alemão, prisão e sovas em quem falasse alemão nas ruas e mais sovas para quem o usasse na escola. A ditadura militar veio, e com ela, vieram (adivinhem) mais sovas para os colegas germanófonos. Acabados estes anos de tamanha repressão, deveríamos pensar: “Tadinho dos teutos… terem seu idioma tirado assim à força. Isso é linguicídio”, quando nos deparamos com mais de meio milhão de brasileiros que ainda tossem/escarram/falam em alemão.

    Nossa… nem os irlandeses precisaram de tudo isso. Essa força de vontade dos alemães em preservar sua língua, faz qualquer estudante secundarista se sentir fracassado por detestar as aulas de Língua Portuguesa; e isso é despressível.

    Levo jeito?

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