Estudo recomenda que arquivos do estado sejam guardados em nuvem de gás metano

Um estudo encomendado pelo governo concluiu que as informações da administração publica deverão ser guardadas numa nuvem de gás metano para reduzir as despesas com arquivos físicos e, em simultâneo, para disfarçar tanto quanto for possível o odor pestilento de algumas dessas informações. Contactada pela inÉpcia, fonte do governo que solicitou o anonimato e cobriu o nariz e a boca com um lenço embebido numa imitação convicente de Chanel No. 5 comprada num estabelecimento chinês (o mesmo aroma, radioatividade apenas ligeiramente superior) afirmou tratar-se de uma brincadeira de mau gosto da responsabilidade da empresa a quem foi encomendado o estudo.

Ao que apurámos, a Global Trend and Polling Analysis Inc. (GTPA) é uma empresa de estudos e consultoria fundada em 2007 e cujos quadros são ocupados exclusivamente por adolescentes entre os doze e os quinze anos. A mesma fonte (que poderá ou não ser ministro e ter um nome que rime com “Corcel de Elvas”) assegurou que o relatório não será tido em consideração e mostrou-se grato por, finalmente, o questionarem sobre um assunto em que não precisou de tentar defender a sua muito massacrada reputação. “Além de ser inútil guardar informações em nuvens de gás metano, seria também tecnologicamente impossível”, explicou. “De futuro, não voltaremos a atribuir a realização de estudos a pessoas com sentido de humor infantil”, acrescentou, imediatamente antes de soltar um traque, começando a rir-se muito.

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