“Saída limpa” portuguesa não passa no teste do algodão

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Afinal, a “saída limpa” do programa de ajustamento económico e financeiro pode não ser assim tão limpa, depois de Portugal ter sido esfregado com um gigantesco disco de algodão que provou de forma inequívoca a persistência de alguma sujidade. Sabe-se apenas que o disco de algodão foi movido por um sistema hidráulico telecomandado topo de gama desenvolvido pela NASA apenas com o intuito de contradizer Pedro Passos Coelho.

O primeiro-ministro não quis comentar o resultado do teste, dizendo apenas que “o mérito deste enorme triunfo comparável apenas à descoberta do caminho marítimo para a Índia é de todos os portugueses, por tudo o que sacrificaram nos últimos anos, e também meu porque soube navegar a nau do défice para além do temível Adamastor dos mercados”. Em seguida, o chefe do executivo deslocou a omoplata enquanto tentava aplicar palmadas nas costas a si próprio, necessitando de cuidado hospitalar imediato.

Entretanto, soube-se que o FMI apenas aprovou a saída portuguesa do programa de assistência mediante entrega de um ministro excedentário como refém. Se as contas do país voltarem a descarrilar, o ministro Jorge Moreira da Silva sofrerá torturas várias que poderão ir de choques elétricos aplicados no seu sorriso permanente à raspagem dos joanetes de Christine Lagarde.

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