Jogo mais caro de sempre terá prefácio de Clara Ferreira Alves em Portugal

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Aproximadamente um terço do orçamento de Destiny foi usado para pagar o prefácio de Clara Ferreira Alves à edição portuguesa. Dos 500 milhões de dólares, a intelectual recebeu cerca de 160 milhões para gravar um vídeo de sessenta e oito minutos reproduzido no início do jogo (sem possibilidade de passar à frente), no qual aludirá à relação entre os videojogos e a obra de Marcel Proust, abordando a questão de um ponto de vista que os mais afoitos poderão classificar como “pós-nietzschiano”.

O pagamento avultado explica-se por uma admiração roçando o doentio que os responsáveis da produtora Bungie nutrem pela mulher que muitos consideram já uma das mais relevantes pensadoras do novo milénio.

Com o dinheiro, Clara Ferreira Alves pretende dedicar-se à escrita de oitenta volumes de memórias e reflexões e pondera construir uma estátua de si própria ao lado do Cristo Rei, vertendo erudição simbólica sobre o Tejo e as colinas lisboetas.

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