Secretário-geral da Assembleia da República não leu carta de Passos Coelho por ser analfabeto

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Albino Azevedo Soares não levou em consideração a carta em que Passos Coelho admitia o regime de exclusividade parlamentar aquando do suposto pagamento da Tecnoforna por ser incapaz de ler e não por qualquer vontade de encobrimento de ilícito.

Analfabeto de nascença, o atual secretário-geral do parlamento foi contratado ao abrigo de um programa de reinserção social e a sua ocupação inicial em S. Bento foi limpar o pó aos croquetes na cafetaria, sendo sucessivamente promovido por mérito até ocupar as atuais funções.

O primeiro-ministro não quis comentar a carta comprometedora por se encontrar ocupado a fazer imitações de Homer Simpson, batendo com a mão na testa e gritando: “DOH!”

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