Pulgas, piolhos e lombrigas podem ser considerados dependentes no IRS

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Num esforço para reduzir o peso da carga fiscal sobre os cidadãos, o governo prepara-se para anunciar que os contribuintes poderão incluir pulgas, piolhos, lombrigas, percevejos e outros parasitas como dependentes, nos casos em que os rendimentos não superem o que ganham os funcionários encarregues de limpar o rabinho a Ricardo Salgado com notas de 500 euros após cada evacuação.

De acordo com a ministra das Finanças, “numa segunda fase, será ampliado o leque de criaturas a considerar como dependentes”. Maria Luís Albuquerque não fechou as portas quer a baratas quer a carraças ou ácaros.

A ratazana ficará de fora, considerando-se que será um “sinal exterior de riqueza na miséria” e recordando-se que há quem chame a estes simpáticos roedores “o iate dos animais nocivos”.

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