Kim Jong-Un vem a caminho de Portugal para se juntar ao partido de Marinho e Pinto

Kim-Jong-Un-71

Enquanto o mundo se questionava sobre os motivos do “desaparecimento” do líder supremo norte-coreano, que não é visto em público há mais de um mês, foi o próprio a esclarecer a questão, afirmando ter renunciado à sua posição como ditador absoluto para rumar a Portugal e declarar o seu apoio incondicional ao Partido Democrático Republicano de Marinho e Pinto.

“Desde a primeira vez que vi o Portentoso Varão (Marinho e Pinto), senti que queria dedicar a minha vida a seguir este homem e a lutar para fazer dele o Querido Líder de Portugal”, disse Kim Jong-Un, limpando uma lágrima de comoção que lhe apareceu ao canto do olho enquanto proferia estas palavras.

Questionado sobre o que mais lhe agrada no PDR, o antigo líder do país mais isolacionista do mundo referiu: “Gosto do culto da personalidade e da forma como se dizem coisas em tom empolgado sem necessidade de fundamento na realidade.” E acrescenta: “Sei bem do que falo porque, lá na minha terra, havia quem me chamasse ‘o Marinho e Pinto de Pyongyang’.”

Comentar

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *