Para compensar erros na colocação de professores, português passa a ter só 3 tempos verbais e história de Portugal começa em 1971

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Depois dos caos na colocação de professores, várias escolas no país estão a ser forçadas a abreviar a matéria para compensar o tempo perdido. Assim, na disciplina de português, o ensino da língua passa a levar em conta apenas três tempos verbais (o presente do indicativo, o pretérito imperfeito e o condicional-ponderou-se a inclusão do futuro mas concluiu-se que é um tempo verbal inútil) e todos os autores portugueses que integram o plano de estudos foram substituídos pela obra escrita do “comediante” Nilton.

De igual forma, os professores de história que aparecerem ensinarão que a história do país se iniciou em 1971, fazendo-se as adaptações necessárias para incluir acontecimentos relevantes anteriores (como a Batalha de Aljubarrota em 1985 ou a descoberta do caminho marítimo para a Índia em 1998, integrada na exposição mundial de Lisboa). Já na disciplina de matemática, tudo o que for mais complexo que contas de somar e subtrair deixa de existir e, nas ciências, a explicação para todos os fenómenos físicos, químicos e biológicos passa a ser “porque sim”.

Nuno Crato não quis comentar, encontrando-se ocupado num mundo de fantasia em que continua a ser o tipo perfeito e infalível que sempre acreditou ser.

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