Leopardo do provérbio chinês de Ricardo Salgado nega responsabilidades na derrocada do BES

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“Um leopardo quando morre deixa a pele, um homem quando morre deixa a reputação.” Foi este o provérbio chinês citado hoje no parlamento por Ricardo Salgado, o banqueiro galhofeiro, e que gerou mal-estar junto do felino em questão.

O leopardo, um bonito exemplar da espécie Panthera pardus japonensis a viver numa reserva natural na província chinesa de Gansu, negou qualquer familiaridade com o antigo presidente do BES ou envolvimento na queda do banco, pedindo que o deixem em paz e assegurando que não pretende deixar a pele depois de morrer já que pretende ser cremado. “Não façam de mim bode expiatório”, pediu.

O bode supracitado, por seu turno, prometeu já um comunicado à imprensa para defender o seu bom nome e negar os rumores de um passado amoroso com José Maria Ricciardi ou qualquer participação em orgias satânicas com membros do clã Espírito Santo.

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