Correio da Manhã nega fazer jornalismo de sarjeta porque opera a um nível inferior da rede de esgotos

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O diário generalista mais vendido em Portugal (e províncias submarinas) respondeu às acusações de prática de “jornalismo de sarjeta” clarificando que tal não corresponde à verdade porque as sarjetas estão em contacto direto com a superfície enquanto que o seu jornalismo é produzido a um nível mais profundo do sistema de saneamento.

A explicação foi dada pela ratazana Tozé, diretor da publicação até ser vencido em combate mortal e comido por outra criatura nociva, referindo que um dos acusadores mais veementes, Miguel Sousa Tavares, atuará movido pelo receio de que se noticie o produto da sua digestão no passado dia 13 de novembro, que se encontra arquivado para memória futura na redação.

Os comentários não foram mais longos porque foi preciso cobrir o striptease oferecido a Teresa Guilherme, acontecimento digno de manchete porque apenas acontece todas as quartas e sextas-feiras.

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