Alguns lesados do BES investiram em papel higiénico comercial do grupo Espírito Santo

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Um número indeterminado de clientes lesados do BES terá perdido o dinheiro investido em papel higiénico comercial da Espírito Santo International, um produto financeiro muito específico que apenas se tornaria rentável se os membros do clã Espírito Santo começassem a defecar divisa.

Para Jacinto Toupeira, porta-voz de um dos grupos que representa os lesados (o Movimento Devolvam o que é Nosso Gatunos Duma Figa que Não Andámos Quarenta Anos a Limpar Sanitas com a Língua em Maladie-aux-Champignons Para nos Roubarem Desta Maneira Tão Descarada no Nosso Próprio País), estes, reformados na sua maioria, não sabiam em que investiam, julgando estar a introduzir as suas poupanças num engenho mágico de multiplicação de moeda.

O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, mostrou-se já favorável à retribuição do dinheiro investido sob a forma de papel higiénico convencional, segundo taxa de câmbio aplicável. Os mais contestatários poderão mesmo reclamar o pagamento em papel higiénico colorido ou, se mesmo assim não ficarem satisfeitos, em felácios com juro.

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