Paulo Portas decide não informar Passos Coelho das suas próximas demissões irrevogáveis

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O vice-primeiro-ministro sente-se desagradado com a indiscrição de Passos Coelho na sua biografia autorizada (“Pedro, um Penico Cheio de Grandeza”, Edições Dias Loureiro, Ilhas Caimão, 2015) ao revelar que, em 2013, o seu pedido de demissão irrevogável foi apresentado por SMS, mostrando-se agora determinado em não avisar Passos Coelho nas próximas ocasiões em que se demitir irrevogavelmente.

Portas considera merecer maior estima do chefe do governo até porque desempenha um cargo que considera ser de alto risco, uma vez que, a qualquer momento, os portugueses poderão colocar a si mesmos a pergunta: “Um vice-primeiro-ministro faz o quê ao certo?”

Recorde-se que aquele que é para Passos Coelho o “líder do principal partido da oposição” apresentou no passado um pedido de demissão irrevogável, um pedido de demissão incontornável, um pedido de demissão indefensável e um pedido de demissão a acompanhar arroz de sável.

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