Portugueses que querem “ajudar os nossos primeiro” serão atirados ao mar para dar lugar a refugiados sírios

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A campanha contra o acolhimento de refugiados sírios que tem alastrado pelas redes sociais, esse santuário de superioridade intelectual e moral, conseguiu chamar a atenção para um facto indiscutível: Portugal não tem capacidade para ajudar toda a gente que precisa e existem muitos portugueses a passar por dificuldades, mesmo que essas dificuldades não envolvam pessoas que querem cortar-lhes a cabeça por não escovarem os dentes com a frequência ditada por um livro escrito na Alta Idade Média por alguém que ouvia vozes.

Assim, para resolver a questão, considerar-se-á que todos os portugueses que contribuíram para a divulgação da campanha informal se terão voluntariado para serem colocados em barcos sobrelotados, posteriormente arrastados para alto mar e deixados à deriva depois de lhes ser apontada a direção em que fica a Síria. As suas casas e pertences serão posteriormente entregues a famílias de refugiados sírios que se comprometerão a ajudar portugueses carenciados como os seus antecessores nunca fizeram fora do facebook.

As quintas de Farmville destes futuros refugiados portugueses na Síria, depois de nacionalizadas e loteadas, serão ocupadas com condomínios de luxo para milionários chineses e angolanos.

8 Comentários

  1. Caro amigo.

    Não sinta nojo. Sinta só pena. Ou sinta alegria. Porque pelos comentários certamente surgirão vagas de solidariedade para com os pobres e sem abrigo.
    E estes afortunados na lotaria da vida talvez um dia percebam o que é humanidade

  2. Está tudo dito! 100% contigo! Vão e não voltem s.f.f. Obrigada R. Carreira! ? diz:

    É isso mesmo! 100% de acordo consigo! Vão e não voltem!
    Obrigada R. Carreira!
    Fartinha de gente sem humanidade dentro!
    ?

  3. Carlos Miranda diz:

    Eh pá, eu nem acredito que estou a ler disto.
    Não serão escritos jihadistas traduzidos pelo Google ?
    Parece que voltámos aos tempos dos contos de fada; O Capuchinho Vermelho oferece a sua casa ao Lobo Mau, que por sinal lhe quer cortar o pescoço. O Capuchinho fez uma acção bonita e ficou na história que se contará daqui a centena de anos.

    Será contada assim:
    O Capuchinho Vermelho, era uma tipa gira, simpática e podre de boa, mas tão estúpida, tão besta, que convidou o Lobo Mau para viver em sua, mesmo sabendo que o Lobo andava mortinho para lhe cortar o pescoço. Coitada, fodeu-se !

  4. R. Carreira diz:

    Obrigado pelos vossos comentários. Que me fazem sentir nojo de partilharmos uma nacionalidade.

  5. Por cá passasse fome, não há trabalho para os jovens que têm de sair do país…Mas dá-se casas novas e equipadas com subsídio incluído a quem chega de outro país e cujos antepassados nunca contribuiram em nada para Portugal. Deve-se ajudar, sim, no entanto ao mesmo nível de que se ajuda por cá os portugueses, nunca mais do que aos mesmos, porque como podemos ver por estas fotos, não são necessitados, têm smartphones, apenas precisam de uma terra que os acolha e isso deveria ser o máximo feito por Portugal. É ridículo estourar rios de dinheiro a dar conforto de luxo a quem supostamente só precisa de um país de abrigo e que teve a possibilidade de trazer o smartphone atrás, mas curiosamente não teve de trazer o dinheiro…
    http://www.be-a-woman.com/atualidades/surpresos-de-que-os-refugiados-sirios-tem-smartphones-desculpa-la-estragar-a-tua-tristeza-mas-voce-e-um-idiota/

  6. Porque são mais importantes os portugueses que os sírios, quando estes últimos se encontram numa posição muito mais frágil? Sim é verdade que existe pobreza em Portugal e que o seu combate não deve ser esquecido em prol de outros, mas um pobre em Portugal apesar de tudo tem direitos e uma vida enquanto que um sírio a única coisa que possuí é uma esperança de escapar a uma morte quase certa. Da mesma forma se podia argumentar que dar emprego a quem não o tem, poderia significar ter que baixar salários e retirar direitos aos demais, pelo então, não se o deverá fazer. Se esta é humanidade que o autor defende, temo que esta não seja assim tão estranha à humanidade da Alta Idade Média que o autor tanto parece abominar.

  7. Mas que atrasado mental este Carreira. Os Portugueses que trabalham de Sol a Sol, pagam enormes contribuições para o Estado e para a Segurança Social. E com este dinheiro, o Estado ajuda milhões de pessoas carenciadas. Ajudamos os mais desfavorecidos trabalhando e pagando impostos, pois nem toda a gente tem tempo livre para se poder dedicar ao voluntariado, ao contrário de inúteis desocupados como o autor do texto acima. E já agora, quantos sem-abrigo o Sr. Carreira já ajudou? Olhe, a si é que bem o trocávamos por um Sírio que seguramente ficaríamos a ganhar.

  8. joao Oliveira diz:

    Tens a sátira um pouco aguçada com o gume virado para a palma da mão o sentido de humor desgastado e sem o mínimo de valor mas na mesma vou tentar deixar a minha opinião em relação ao texto esquesitoide eu vivo em Portugal por isso logo luto pelo meu pais é aqui que pago os meus impostos, é aqui que crio as minhas filhas é aqui que invisto o meu dinheiro, é aqui que dou empregos é aqui que nasci assim como os meus antepassados tenho legitimo direito de não aceitar e me manifestar ainda mais contra uma situação que deixa milhares de Portugueses de pé atrás e que ainda vai dar muita tinta a correr “NÃO ACEITO MIGRANTES” e depois ? para mim é gente que não valoriza a raça humana, não sabe viver em comunidade com outros diferentes são selvagens basta correr um pouco a net e ou fazer uma pesquisa sem grande cuidado e matéria não vai faltar a corroborar com o que eu e milhares acham, por isso é um assunto demasiado sério para ser aqui debatido por uma coisa esquisita, por fim e para não adiantar muito no meu quintal os terroristas não obrigado!

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