Governo de António Costa inclui ministro klingon

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No momento em que Portugal se prepara para deixar de estar “à frente”, os portugueses esquecem a austeridade e a dança de poleiros para se focarem nas questões verdadeiramente relevantes: a variedade étnica no novo governo. Entre os novos governantes possuidores de etnia, tem sido João Matos Fernandes a despertar maior curiosidade por se tratar do primeiro elemento oriundo da comunidade klingon a integrar um governo português.

Matos Fernandes, cujo nome original é Ch’segh Khuk’Mak, nasceu no planeta Kronos e veio para Portugal em tenra idade trazido pelos pais (uma técnica superior de finanças e um carrasco especializado em decepar braços e pernas), fixando-se no Norte do país. A mudança ocorreu durante um período de crise económica no planeta natal dos klingons iniciado quando os líderes de direita foram vencidos num duelo até à morte por uma coligação de esquerda que então tomou o poder. Residindo sobretudo na periferia de Lisboa e Porto, os klingons portugueses dedicam-se tradicionalmente à tecelagem, ao comércio de acepipes e à carnificina desregrada.

A escolha de António Costa para a pasta do Ambiente poderá revelar-se polémica junto de alguns setores da opinião pública, subsistindo a convicção de que as práticas ambientais klingon serão duvidosas por se centrarem em atear grandes fogos e em salpicar com alcatrão tudo o que seja verde ou bonito. Além disso, na opinião de um taxista visto a roer uma tíbia humana numa praça de táxis de uma cidade de média dimensão: “Não sou racista, mas acredito que algumas raças são inferiores, nomeadamente todas as que não sejam a minha” (o taxista em questão aparentava ser esquimó).

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