5 soluções para o terrorismo (84% sérias)

Poderá dizer-se que o excesso de atenção da comunicação social aos atentados (cuja cobertura se alonga muito depois de se esgotarem os factos) inspira aspirantes a terrorista a desejarem o mesmo mediatismo e satisfaz as ambições de marketing dos grupos terroristas. Quem diz um DISPARATE destes odeia a liberdade de imprensa e merece morrer. Em vez de reduzir a duração da cobertura, esta deverá ser feita de outra forma, recorrendo à criatividade. Assim:

1-Todos os atentados deverão passar a ser reivindicados pelo Califado da Fofura, uma organização jihadista fictícia cujo objetivo hipotético será substituir os colonatos judeus na Palestina por montanhas de gelatina e jardins floridos povoados por peluches. Ao contrário de outras organizações terroristas fictícias do passado (como a Al-Qaeda), esta não poderá ser usada contra os seus criadores.

2-O nome real dos responsáveis pelos atentados só poderá ser divulgado quando for embaraçoso. Quando não for, deverão ser-lhes atribuídos nomes novos. Exemplos: Mohammed Pipi, Abu Faisal al-Chupaki, Laurinda da Jihad.

3-A mesma técnica deverá ser aplicada na elaboração do perfil dos terroristas. Em vez de se repetir que o terrorista X era uma pessoa com problemas mentais, residente num local problemático ou facilmente manipulado, diga-se, em alternativa, que perdeu a virgindade com uma melancia, que colecionava macacos nasais ou que costuma usar uma peruca loura e um vestido florido e dançar em frente ao espelho, dizendo “Quem é linda? Tu és linda!” e soprando beijos a si próprio.

4-As imagens dos terroristas divulgadas não poderão incluir armas, faixas e estandartes com dizeres, exemplares do Corão e qualquer pose mais ou menos digna e heroica. Os orgãos de comunicação social deverão substituir estas fotografias por imagens de personagens de desenho animado.

5-A imprensa e a população em geral deverão unir esforços para exigir às autoridades competentes que os locais onde ocorrem os atentados sejam recordados, não com monumentos ou placas evocativas, e sim com carrosséis garridos em que todos os animais tenham a cara dos terroristas envolvidos e em que as voltinhas se façam ao som dos maiores êxitos dos Village People.

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