Inépcia: s.f. (do latim "ineptia") 1-Falta de aptidão ou habilidade. 2-Imbecilidade 3-Acto ou dito absurdo.
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Dias da Cunha tenta ofernder Pinto da Costa e José Veiga com a mesma frase

O presidente do Sporting, Dias da Cunha, confessou recentemente estar a preparar uma frase que conseguirá a proeza de ofender dirigentes dos dois clubes rivais ao mesmo tempo. Os alvos escolhidos são o presidente do Porto, Pinto da Costa, e o administrador da SAD do Benfica, José Veiga que se envolveram numa troca de palavras algo azeda para a qual Dias da Cunha não foi convidado.

Terá sido precisamente o facto de ficar de fora deste duelo verbal um dos motivos da indignação juntamente com uma tentativa de afastar a atenção dos sócios e adeptos do Sporting da situação periclitante em que a equipa de futebol se encontra e com o estado de pré-senilidade do dirigente leonino.
De acordo com fonte da direcção sportinguista, “o presidente Dias da Cunha está recolhido há vários dias numa cela do convento dominicano de Xabregas, dedicando-se em exclusividade ao que promete ser o insulto derradeiro entre dirigentes desportivos.”

A busca pelo insulto derradeiro decorre há vários anos, tornado-se uma espécie de pedra filosofal num país em que os dirigentes desportivos aliam muitas vezes o desempenho dos seus cargos à maledicência de alta competição. Vários dirigentes desportivos no passado acreditaram ter descoberto o insulto derradeiro mas nunca se foi além de falsos alarmes como, por exemplo, quando o presidente do Sporting, João Rocha, acusou Fernando Martins do Benfica de ser “um grandessíssimo desbragado” ou quando Luís Filipe Vieira disse a respeito de Pinto da Costa: “Eu acho que esse senhor, se calhar... hmm... estão a perceber? E não digo mais porque... hmmm... não é?”

Ao que a Inépcia apurou, o insulto em que Dias da Cunha está a trabalhar envolverá elementos da troca de insultos entre Pinto da Costa e José Veiga como a referência a programas televisivos de qualidade duvidosa (“As Lições do Tonecas” e “Batanetes”), aliados a insultos de cariz familiar e corporativo inovadores e a uma ou outra referência ao “sistema” que perverte a verdade do futebol português (ou seja, que não deixa o Sporting ganhar) tão do agrado do presidente dos leões.

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