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Bush promete alargar guerra ao terror a outros géneros cinematográficos

George W. Bush, o primeiro presidente na história dos Estados Unidos a receber briefings diários da CIA impressos em páginas de cartão resistente e com ilustrações garridas, anunciou que a guerra ao terror está longe de ter terminado e poderá em breve alargar-se a outros géneros cinematográficos populares se os produtores de Hollywood continuarem a comportar-se como “inimigos da paz, da democracia e da higiene em geral.”

Estas declarações foram feitas na cidade de Pierre, no estado do Dakota do Sul, numa convenção de veteranos de guerra amnésicos que todos os anos se reúnem para tentar perceber ao certo em que guerra é que cada um participou.

O presidente alertou ainda para a necessidade de manter um estado de alerta máximo e referiu que “o fim da guerra no Iraque e o estabelecimento do clima de paz duradouro que hoje se vive na pátria de Saddam Hussein não nos podem fazer baixar a guarda.”

De acordo com especialistas em política americana que a Inépcia foi encontrar numa lixeira municipal deliciando-se com um monte de chicharro impróprio para consumo, o próximo alvo de Bush poderá ser as comédia romântica, visto que o presidente americano já várias vezes manifestou publicamente o desconforto sentido por, neste tipo de filme, a rapariga gira ficar sempre com o choninhas intelectual em vez do macho forte e espadaúdo que acaba sempre ridicularizado.

Outros géneros cinematográficos em perigo poderão incluir o filme de aventuras épico, o drama histórico, o pouco divulgado pornodocumentário infanto-juvenil ou qualquer filme que tenha Ben Affleck ou Meg Ryan como protagonistas.

De referir ainda que George Bush aproveitou a oportunidade para agradecer ao povo do Dakota do Sul pelo apoio dado aos esforços dos Estados Unidos e garantiu mais uma vez que continua decidido em negociar com o Dakota do Norte o desmantelamento do seu arsenal nuclear e uma abertura de fronteiras que possa ser o primeiro passo para uma reunificação dos Dakotas num futuro não muito distante.