Homossexualidade obrigatória a partir de 2006
Esta medida destina-se a acabar de vez com a exclusão social de que são vítimas os homens e mulheres que seguem uma orientação sexual diferente da maioritária. Já há muito tempo que a exclusão sexual era uma preocupação do primeiro-ministro, Durão Barroso que afirmou que "Não podemos tolerar que, em pleno século XXI, continue a haver pessoas que são discriminadas pelo simples facto de serem homossexuais." Assim,
todos os heterossexuais deverão "converter-se" obrigatoriamente
à homossexualidade até ao primeiro dia do ano 2006. Já
em 2004, terá início um período de habituação
em que coexistirão os dois regimes, homo e heterossexual, visando
suavizar a transição de um modo de vida para o outro. A
própria palavra "homossexual" e derivados será
abolida, visto deixar de fazer sentido, uma vez que a homossexualidade
passará a ser a regra e não excepção. Outro
tipo de palavras será tido em conta pela legislação.
Assim, epítetos dirigidos aos homossexuais no período intolerante
que vivemos serão revertidos para os heterossexuais, ou seja, qualquer
jovem adolescente apanhado a beijar a namorada atrás do ginásio
da escola poderá ser apelidado de "paneleiro", "maricas"
ou até "bichona doida" pelos colegas, pais e professores
com o apoio das autoridades. Nota: Para os leitores mais antigos, poderá parecer que este texto já foi publicado numa edição anterior da Inépcia com algumas alterações. Isto deve-se a perturbações mentais sérias e não corresponde de todo à realidade. |