Inépcia: s.f. (do latim "ineptia") 1-Falta de aptidão ou habilidade. 2-Imbecilidade 3-Acto ou dito absurdo.
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Jorge Sampaio apanhado a espiar Conselho de Ministros vestido de empregada da limpeza

O Presidente da República, Jorge Sampaio, foi surpreendido em plena reunião do Conselho de Ministros disfarçado de empregada de limpeza, cumprindo assim a promessa feita aquando do anúncio da decisão de convidar Santana Lopes para formar governo de que iria estar atento à actuação do novo executivo.

O disfarce era perfeito ao ponto de nenhum dos presentes reconhecer a mais alta figura da hierarquia governativa nacional debaixo da bata florida, do lenço na cabeça e dos óculos de lentes grossas, fruto da paixão de longa data do presidente pelo teatro amador e que lhe deu um talento especial para se transfigurar completamente. A sua identidade só viria a ser descoberta quando Graça Carvalho, ministra da Ciência e do Ensino Superior, se envolveu numa violenta disputa física com Maria do Carmo Seabra, ministra da Educação, motivada pelo facto de ambas quererem sentar-se ao lado do ministro das Obras Públicas, António Mexia.

Visto que ninguém parecia interessado em sanar o diferendo e numa altura em que o ministro das Finanças, Bagão Félix, já propunha apostas em dinheiro que reverteriam a favor dos cofres públicos, todos ficaram surpreendidos ao ouvir a mulher da limpeza parar por instantes de mudar a arrastadeira do ministro das Actividades Económicas, Álvaro Barreto, para “apelar à calma e à serenidade essenciais à boa governação num Estado de direito.” O ministro Morais Sarmento lançou-se sobre a funcionária, primeiro só por gozo mas depois para seguir a recomendação do primeiro-ministro e tentar arrancar-lhe o lenço e os óculos, revelando assim tratar-se de Jorge Sampaio.

Ter-se-á seguido um momento embaraçoso em que Morais Sarmento pedia desculpas ao Chefe de Estado por lhe ter roubado um beijo na boca, enquanto que Santana Lopes entrava em estado catatónico, salivando e murmurando referências incompreensíveis a Pacheco Pereira e Sá Carneiro, ao mesmo tempo que Graça Carvalho e Maria do Carmo Seabra faziam as pazes e se retiravam para uma arrecadação com o colega António Mexia. Sampaio acabaria por se retirar de forma apressada, deixando o aviso de que iria continuar atento.

Posteriormente, viria a saber-se que não foi o primeiro incidente do género desde a tomada de posse do governo de Santana Lopes. Precisamente no dia da tomada de posse, o novo primeiro-ministro foi surpreendido no regresso a casa por uma visita inesperada da ex-mulher, Cinha Jardim, propondo-lhe que reatassem o casamento. Santana estranhou e resolveu fazer um teste, pedindo à sua antiga companheira para provar o seu afecto com a prática de sexo oral, pedido a que esta acedeu prontamente. Depois do concluído o acto, o chefe do governo percebeu que não se tratava da verdadeira Cinha Jardim, visto que esta sempre se mostrara contra tais práticas por considerar que davam cabo da maquilhagem e expulsando a impostora de casa, referindo-se a ela como “senhor presidente.”

Henrique Chaves, ministro Adjunto do novo governo, comentou a este respeito que “não se pode submeter um governo a este tipo de pressão” e garantiu ao Presidente e aos portugueses que o actual executivo “não cometerá nenhum erro irreparável.”

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