Inépcia: s.f. (do latim "ineptia") 1-Falta de aptidão ou habilidade. 2-Imbecilidade 3-Acto ou dito absurdo.
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Maria Barroso agride Paulo Portas

A antiga primeira dama, Maria Barroso, agrediu o ministro da Defesa Nacional, Paulo Portas, quando este saía da sua residência particular em direcção ao ministério. A agressão foi presenciada por vários vizinhos do ministro e, apesar de a polícia ter sido chamada ao local pelo gerente de uma pastelaria que assistiu a tudo, o ministro recusou-se a apresentar queixa alegando “respeito pela dignidade do marido da doutora Maria Barroso,” o ex-presidente Mário Soares.

Ao que parece, a agressão foi motivada pela polémica recente acerca da nomeação dos novos dirigentes da Cruz Vermelha Portuguesa, anteriormente presidida por Maria Barroso que terá recusado uma nova indigitação por discordar do modo como foram escolhidos dois seus vice-presidentes, o ex-deputado do CDS, Nogueira de Brito, e Francisco Alvim, responsável até agora pela Cruz Vermelha de Braga.

De acordo com testemunhas oculares, Maria Barroso ter-se-ia sentado à porta da moradia de Paulo Portas e, quando este saiu, aproximou-se dele e começou a bater-lhe com um pau grosso enquanto o insultava. O ministro não terá reagido às agressões, limitando-se a acelerar o passo até chegar ao carro, arrancando com grande velocidade. Quando a polícia chegou ao local, já Maria Barroso tinha desaparecido, abandonando a arma do “crime.”

Paulo Portas já comentou o incidente, classificando-o como “mais um fait-divers” e afirmando que já levou com paus grossos noutras ocasiões e não seria agora que se começaria a queixar.

Os amigos de Maria Barroso não compreendem esta atitude e afirmam-se surpresos. Vítor Melícias, namorado dos tempos de juventude, considera que “só pode ter sido um momento de loucura passageira daqueles que todos temos. Até eu já tive um daquela vez em que saí para a rua todo nu com um cachecol do Sporting enrolado ao pescoço e a gritar pelo Jardel.” Outro amigo de longa data, o realizador Sá Leão, revela que “a Maria sempre foi uma doida mas nunca pensei que fosse capaz de uma coisa destas.”

A Inépcia contactou Maria Barroso para obter comentários a esta notícia e, de acordo com a própria, “ele estava a pedi-las.” Quando confrontada com o facto de o seu passado de militância anti-violência televisiva não se coadunar com esta agressão, Maria Barroso considera que “eu sempre fui contra a violência simulada na televisão. Esta é real. E para além disso, tanto eu como o agredido já atingimos o nosso pleno desenvolvimento intelectual apesar de no caso dele isso não querer dizer muito.” Para um futuro próximo, Maria Barroso promete mais cenas de pancadaria porque, segundo diz, “o sacana merece sofrer.”

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