Ministros vendem o corpo para ultrapassar crise
Esta medida poderá ter o seu quê de “sui generis” mas os especialistas em economia que a Inépcia embebedou para obter declarações gratuitas consideram que, depois do anúncio de venda de património público à Caixa Geral de Depósitos para arrecadar uns tostões, este seria o caminho lógico a seguir. Ao que a Inépcia apurou, existirá uma tabela com preços diferenciados para cada ministro de acordo com as características, experiência e talento de cada um. Por uma questão de delicadeza, os serviços do primeiro-ministro serão os mais caros apesar de, dizem as más línguas, Durão Barroso ser quase tão inepto na horizontal como na vertical. Numa primeira fase, apenas os ministros deverão prostituir-se pela Pátria mas não está posta de parte a possibilidade de secretários de Estado e restantes membros do elenco governativo sejam chamados a dar o corpo ao manifesto. No entanto, o governo está receptivo a receber as receitas angariadas por qualquer governante que entenda prostituir-se por iniciativa própria, sabendo-se que alguns há que o fazem por prazer há vários anos, bastando-lhes começar a cobrar dinheiro pelos serviços prestados. Prostitutas e políticos, consideradas as duas mais antigas profissões do mundo, são duas actividades que sempre andaram a par. Enquanto uns abdicam da sua dignidade em troca de dinheiro, adquirindo o estigma de uma profissão maldita e mal vista, os outros limitam-se a vender sexo. Os
interessados em recorrer aos serviços sexuais dos nossos ministros
deverão contactar o assessor do primeiro-ministro para o proxenetismo
e pedir informações sobre os preços e os serviços
prestados por cada ministro. Adiantamos que, contrariamente ao que se
possa pensar, o ministro Paulo Portas não veste roupa interior
feminina por mais que se pague. |