Inépcia: s.f. (do latim "ineptia") 1-Falta de aptidão ou habilidade. 2-Imbecilidade 3-Acto ou dito absurdo.
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Vaticano é o próximo alvo a abater pela coligação internacional

A cidade do Vaticano, o mais pequeno estado independente do planeta, será o próximo país a ser alvo de uma operação militar levada a cabo por americanos e britânicos logo que o Iraque seja terraplenado e transformado no maior parque de diversões da Walt Disney em todo o mundo.

Inicialmente, pensou-se que os próximos alvos seriam a Coreia do Norte ou o Irão mas a constatação de que mesmo um país com uma força militar tão debilitada como o Iraque consegue resistir e causar alguns dissabores às forças aliadas forçou os líderes políticos dos países envolvidos na coligação a procurar alvos mais seguros, usando o argumento de que “afinal as coisas não estão tão mal no Irão e na Coreia do Norte como nos parecia inicialmente.”


Os Estados Unidos afirmam possuir provas irrefutáveis do apoio dado pelo Vaticano a grupos extremistas islâmicos e aos seus actos de terror, apontando-se como provável a existência de uma ligação entre a Santa Sé e a organização terrorista Al-Qaeda. Há até quem adiante que o milionário saudita e patrono do terrorismo internacional, Osama Bin Laden, poderá estar escondido algures na basílica de São Pedro disfarçado de freira carmelita e passando o tempo a conceber planos maquiavélicos com o papa e com o colégio de cardeais. Existirá até uma fotografia de uma misteriosa freira barbuda que alegadamente será o próprio Bin Laden.

“Com a queda de Milosevic a Europa deixou de ser afectada pelo vírus da ditadura e da opressão com uma única excepção. A cidade do Vaticano continua a ser um bastião do autoritarismo onde um homem vestido de branco tiraniza milhões de pessoas em todo o mundo,” considerou o primeiro-ministro britânico Tony Blair.

Entre as provas contra o Vaticano destaca-se o facto de as últimas eleições se terem realizado há vinte e seis anos e, mesmo assim, o sufrágio não foi universal sendo limitado a um punhado de cardeais de idade inferior a oitenta anos.
No deserto do Arizona, os Estados Unidos estão já a preparar uma força especial que terá como missão fazer a primeira incursão em território do Vaticano. Esta unidade será composta por militares de elite americanos e britânicos submetidos a treino intensivo nas áreas do latim, do grego clássico e do aramaico e também com conhecimentos aprofundados de técnicas de resistência a excomunhões.

Para fazer face ao invasor, em caso de guerra que, de acordo com o secretário de estado, cardeal Angelo Sodano, não desejam, o Vaticano conta com o espírito aguerrido dos cerca de novecentos habitantes, quase exclusivamente membros do clero e com algumas dezenas de guardas suíços, a guarda pessoal do papa, armada com lanças, espadas, machados e fardamentos renascentistas. Hans Stolberger, capitão da guarda pontifícia garante que “o Vaticano vai resistir ao invasor custe o que custar,” retirando-se em seguida para afiar a ponta da sua lança.

O único receio das forças da coligação parece ser a possibilidade de as autoridades da Santa Sé recorrerem ao auxílio de instâncias superiores. Para evitar esse transtorno, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha irão sugerir brevemente que seja incluído um parágrafo na carta das Nações Unidas proibindo o uso militar de querubins, anjos, arcanjos e serafins.
Depois do Vaticano, será a vez de a coligação internacional começar a planear uma intervenção militar no planeta Vénus, onde se encontra a maior concentração de gás tóxico do sistema solar e que nunca aceitou submeter-se a inspecções das Nações Unidas.


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